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26/06/2026 às 12h16O Bundestag aprovou hoje a Lei do Futuro da Infraestrutura, que é vista como uma resposta ao estado crítico das vias de transporte na Alemanha. O Fórum de Transporte Alemão (DVF) exige a implementação consistente das simplificações previstas na lei, a fim de acelerar o aumento dos investimentos na área de infraestrutura. Além disso, é enfatizada a necessidade de reformas financeiras e de regulamentações com prazos definidos.
Urgente necessidade de ação para a infraestrutura
Dr. Florian Eck, porta-voz da gestão do DVF, expressou preocupação com o estado das vias de transporte e alertou para um ponto de inflexão iminente. Ele enfatizou que tanto a economia quanto a sociedade esperam que o governo federal e o Bundestag esgotem todas as possibilidades disponíveis para restaurar e expandir as infraestruturas de forma rápida e sustentável. As medidas exigidas incluem a classificação das vias de transporte como de interesse público superior, a definição de prazos claros, bem como a simplificação e agilização dos procedimentos. A digitalização dos processos de planejamento e aprovação, assim como a eliminação de redundâncias nos procedimentos de aprovação, também são questões centrais.
Eck pede uma mudança de mentalidade nas autoridades de planejamento e aprovação, que deve ser apoiada pela liderança política. A aceleração dos processos de planejamento e aprovação é vista como parte de uma abordagem abrangente que também inclui financiamento adequado, estruturas de financiamento seguras para planejamento, modelos de parceria, bem como processos de licitação e adjudicação modernos.
Reformas necessárias para a mobilidade
O DVF lançou um Pacto de Infraestrutura para a Alemanha, a fim de exigir reformas adicionais que são essenciais para a mobilidade da economia. A reforma do financiamento da infraestrutura de transporte para estradas, ferrovias e vias navegáveis deve começar até 2027, com fontes de financiamento claramente atribuídas e planos de infraestrutura adequadamente financiados conforme a demanda.
Eck aponta que também há necessidade de complementos nos processos de planejamento e aprovação. As abordagens aceleradoras devem ser ampliadas para todos os investimentos futuros, a fim de maximizar seu impacto em todas as infraestruturas de fornecimento, como transporte, energia e digitalização. Além disso, a aplicação do chamado dinheiro de compensação é destacada como um fator acelerador, permitindo agrupar e financiar medidas de compensação para a proteção ambiental e de espécies de forma interprojetos. A inclusão de aeroportos, vias navegáveis e a expansão de corpos d’água para a ampliação de portos no interesse público superior é considerada um passo positivo.
Apesar das recomendações de comissões de especialistas, segundo Eck, ainda faltam regulamentações com prazos definidos que estabeleçam um fechamento editorial jurídico para a situação legal a ser aplicada no processo. A préclusão material em nível da UE também deve ser abordada para limitar as possibilidades de recurso. Esses pontos foram prometidos no acordo de coalizão e no Pacto da Alemanha. Eck enfatiza que não se trata de restringir as possibilidades de participação, mas sim do objetivo comum de acelerar os processos por meio de fases de participação concentradas e coordenadas no tempo.



