
Dia especial da ponte em Bonn
05/06/2026 às 10h11
Bosco and Roxy’s otimiza logística de armazém com SSI Schäfer
05/06/2026 às 10h14A introdução de medidas de ajuste de carbono na fronteira (Border Carbon Adjustments, BCA) visa tanto reduzir as emissões quanto garantir a competitividade das indústrias locais. No entanto, uma investigação recente do ZEW Mannheim destaca que a forma concreta dessas medidas é crucial para sua eficácia. Usando como exemplo a indústria global do aço, o estudo mostra que, em particular, modelos baseados em benchmarks, que se orientam pelas intensidades de emissões, enfraquecem significativamente o sinal de preço.
Efeito de diferentes abordagens
De acordo com os resultados do estudo, abordagens baseadas em intensidade transferem apenas cerca de 36 por cento do preço de CO₂ necessário para alcançar a mesma redução global de emissões que modelos baseados em quantidade. Isso resulta em um aumento das perdas de bem-estar nos setores afetados. Eunseong Park, pesquisador na área de „Economia Ambiental e Climática“ do ZEW, enfatiza: „Nossos resultados mostram que a escolha do design do BCA não é um detalhe técnico, mas tem impactos fundamentais na proteção climática e na competitividade.“
Uma abordagem baseada em intensidade pode ser vista, segundo Park, como uma combinação de preço de CO₂ e subsídio implícito para a produção, o que dilui o efeito direcionador das medidas. O Prof. Dr. Sebastian Rausch, chefe da área de pesquisa, aponta que, sem um claro incentivo de preço de CO₂ no país, os objetivos desses instrumentos não podem ser alcançados. Em vez de reduzir emissões, os benefícios econômicos seriam deslocados em favor das indústrias locais.




