
Hapag-Lloyd AG procura novo COO
27/05/2026 às 09h39
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27/05/2026 às 10h56A dependência da Alemanha de importações da China aumentou nos últimos anos, como mostra uma análise recente da Fundação Friedrich Naumann para a Liberdade, próxima ao FDP. Esse desenvolvimento contrasta com os objetivos da estratégia da China do governo federal, formulada em 2023. O estudo foi publicado pouco antes da iminente viagem à China da Ministra da Economia, Katherina Reiche, e destaca as crescentes participações de importações chinesas em bens estrategicamente importantes, conforme informado pela fundação.
Aumento das participações de importação em bens críticos
De acordo com a análise, a participação de importações chinesas em vários produtos e matérias-primas, considerados críticos, aumentou. No caso de baterias de lítio recarregáveis, a participação de importação subiu de 49,7% em 2023 para 66,5% em 2025. Também na área de antibióticos, observa-se um aumento: a participação de fornecimentos chineses cresceu de 65,3% para 72,9%. Em vitaminas e provitaminas, a participação também aumentou em proporções semelhantes. O aumento é especialmente notável nos painéis solares, cuja participação de importação atingiu atualmente 92,6% do peso total.
Além disso, segundo a fundação, a China é praticamente o único fornecedor de terras raras como praseodímio, neodímio e samário. Esses elementos são importantes para a fabricação de ímãs permanentes de alto desempenho, por exemplo, em motores elétricos. A quantidade importada desses recursos aumentou de 3,1 toneladas em 2023 para 13,0 toneladas em 2025, mais do que quadruplicando.




